À de se abrir
E o sol celestial
Iluminará o caminho
Que devo seguir
Dentro de ti seu próprio ninho
E a vontade de proteção.
É a esperança
De um novo começo
Para a destruição.
É ter firmeza
Diante do gelo
Que o sal derreterá
Esperar por aquilo
Que jamais chegará
O sonho recíproco
De encontrar alguém.
A reciclagem chega
E o amor é de ninguém.
É ser e estar
Pensar e agir.
A religião muda
E a próxima está por vir.
Quando as marteladas
Soarem as três vezes
Nem os indícios saberão
O que é mentira ou solução
E a dor começa a redigir
O personagem que és
Se dor também se diz
Solução, talvez ao invés
De dor seja morada
Já que sentirmos dor
É sinônimo de vida
Quem disse que somos felizes?