Perdi
o foco
do copo
que toco,
com água
ardente
A mágua
que afogo.
O pouco
do pão
do Louco
ao são
Sem ao
certo
em questão
saber
ou perto.
Quem és
Tu então?
# Setembro.
De você,
me lembro sempre
sempre lembro
dos seus cabelos,
crespos pela chuva
do mês de setembro.
Do seu rosto
que olhando
olho em outros corpos
somente te imaginando
reação com meus anticorpos.
Proporcionando bem-estar,
Enquanto ando
andando pra te encontrar.
Observava-te de longe
de tão longe
te via tão perto...
Via você nos passáros,
nostálgico, porém,
- Além de ver-te nos carros -
Isso me faz tão bem,
Ver você,
correr,
sobre as dunas
Isso fez-me perceber,
que pouco a pouco,
você vem completado
todas as minhas lacunas.
me lembro sempre
sempre lembro
dos seus cabelos,
crespos pela chuva
do mês de setembro.
Do seu rosto
que olhando
olho em outros corpos
somente te imaginando
reação com meus anticorpos.
Proporcionando bem-estar,
Enquanto ando
andando pra te encontrar.
Observava-te de longe
de tão longe
te via tão perto...
Via você nos passáros,
nostálgico, porém,
- Além de ver-te nos carros -
Isso me faz tão bem,
Ver você,
correr,
sobre as dunas
Isso fez-me perceber,
que pouco a pouco,
você vem completado
todas as minhas lacunas.
# Cidadão Qualquer.
Qualquer
cidadão
um sonho
quer.
Ou o rosto
Risonho
ou no bolso
a moeda
Repassar
O passado
Medonho.
Interrompendo
o que não via
a queda
que se vivia,
na fantasia
da vida
perfeita.
cidadão
um sonho
quer.
Ou o rosto
Risonho
ou no bolso
a moeda
Repassar
O passado
Medonho.
Interrompendo
o que não via
a queda
que se vivia,
na fantasia
da vida
perfeita.
# Receita no pote.
Me omito
no labirinto
e minto
Caso você
seja um mito
Não quero
que me note
Caso a receita
Atrás do pote
não tenho
meu mote
que torna
seu sonho
o motil
que retorna
a tempos risonhos.
no labirinto
e minto
Caso você
seja um mito
Não quero
que me note
Caso a receita
Atrás do pote
não tenho
meu mote
que torna
seu sonho
o motil
que retorna
a tempos risonhos.
# Donzela.
Através,
da janela
Vejo ela,
Com seus
cabelos,
Iluminados
À luz de vela.
Vejo o céu
E as estrelas,
que são dela.
Mas afinal,
Porque me
deixastes
minha donzela?
da janela
Vejo ela,
Com seus
cabelos,
Iluminados
À luz de vela.
Vejo o céu
E as estrelas,
que são dela.
Mas afinal,
Porque me
deixastes
minha donzela?
# Rosto da Criança.
Quando
Chega noite
noite fria,
Fico imerso,
no tédio,
ó remédio.
Da idéia
Estás no verso
que converso
com minha
Alcatéia.
No pouco
do inverso
Por trás do olho,
o Sonho
da criança
era medonho
E o espelho,
demonstrava
Um rosto,
quase risonho
sem esperança.
Chega noite
noite fria,
Fico imerso,
no tédio,
ó remédio.
Da idéia
Estás no verso
que converso
com minha
Alcatéia.
No pouco
do inverso
Por trás do olho,
o Sonho
da criança
era medonho
E o espelho,
demonstrava
Um rosto,
quase risonho
sem esperança.
# Dias como você chegarão.
Quando quis voar, voei.
Até encontrar um sinônimo,
Descobri quando te achei,
Uma força sobrenatural. Maior que meu ânimo.
Falta de palavras, você foi a chance.
De embeberdar-me, como terras secas.
Mas hoje. Já fora do seu alcance.
Me submeti a isso. E se pensar, pecas,
Não vou pensar
No que ficou pra trás,
Mesmo que, para mim, seja parar,
De pensar em mim. Por ti sou capaz.
Para que, no final,
Nossos corpos se chocarão,
Brindando alegria. Afinal,
Dias com você chegarão.
Até encontrar um sinônimo,
Descobri quando te achei,
Uma força sobrenatural. Maior que meu ânimo.
Falta de palavras, você foi a chance.
De embeberdar-me, como terras secas.
Mas hoje. Já fora do seu alcance.
Me submeti a isso. E se pensar, pecas,
Não vou pensar
No que ficou pra trás,
Mesmo que, para mim, seja parar,
De pensar em mim. Por ti sou capaz.
Para que, no final,
Nossos corpos se chocarão,
Brindando alegria. Afinal,
Dias com você chegarão.
# É mais fácil desistir.
O cerco está se fechando,
e já não há muito a ser feito
A máquina automática funcionando,
dentro de meu próprio peito.
Com o tempo tenha visto,
o começo da minha perdição.
Mas opto pelo fácil e desisto.
Agora a máquina que sonhava colorido,
se perde em sua própria aptidão.
e já não há muito a ser feito
A máquina automática funcionando,
dentro de meu próprio peito.
Com o tempo tenha visto,
o começo da minha perdição.
Mas opto pelo fácil e desisto.
Agora a máquina que sonhava colorido,
se perde em sua própria aptidão.
# Elefantes inesquecíveis.
Me recordo perfeitamente,
Do movimentar de suas mandíbulas,
e de como sua língua aparecia,
moderadamente
entre elas.
Sinto ela comigo,
Não deixo de pensar,
No bem que me faz. Contigo,
viveria bem, não há comparação.
Fechar... Os olhos verdes que fixam você,
Dormir com rancor de amanhã,
não achá-la em todos os corpos,
em todo lugar.
Me sinto assim. Meu refúgio é a melancolia,
ou a saudade como queira chamar.
Só queria que tudo voltasse,
a ser como era antes.
Sou o pó de giz. E ao pó voltarei,
Pois sou a memória dos elefantes.
Que quer gastar seus lábios.
Sem você, as apostas são em vão,
e mesmo assim, insistem em apostar.
- Sou o nada, somente prêmio de consolação.
Irrelevantemente irrelevante.
Sem você, sem chão.
As maiores forças ficando fracas
até morrer o primeiro elefante.
Coisas ficando confusas
Palavras saindo sem som algum
Você me quer pra si?
não consigo te ouvir.
O sol começa a partir,
e a noite vem. Lua tão comum,
que me faz lembrar
da noite e dia,
dia e noite.
pé esquerdo, pé direito.
Julieta minha doce fantasia.
Que alimentar me faz.
de algum tempo atrás.
Só queria que tudo voltasse
como queria. Tudo deveria ser como antes.
Sou pó, e ao pó voltarei,
pois sou a memória dos elefantes
que estão ficando cansados
E que, um por um vão solucionar
o que eu senti por você?
Se nem os maiores sábios
E velhos elefantes me disserem,
meus dotados pensamentos
se resumirão em seus lábios.
Do movimentar de suas mandíbulas,
e de como sua língua aparecia,
moderadamente
entre elas.
Sinto ela comigo,
Não deixo de pensar,
No bem que me faz. Contigo,
viveria bem, não há comparação.
Fechar... Os olhos verdes que fixam você,
Dormir com rancor de amanhã,
não achá-la em todos os corpos,
em todo lugar.
Me sinto assim. Meu refúgio é a melancolia,
ou a saudade como queira chamar.
Só queria que tudo voltasse,
a ser como era antes.
Sou o pó de giz. E ao pó voltarei,
Pois sou a memória dos elefantes.
Que quer gastar seus lábios.
Sem você, as apostas são em vão,
e mesmo assim, insistem em apostar.
- Sou o nada, somente prêmio de consolação.
Irrelevantemente irrelevante.
Sem você, sem chão.
As maiores forças ficando fracas
até morrer o primeiro elefante.
Coisas ficando confusas
Palavras saindo sem som algum
Você me quer pra si?
não consigo te ouvir.
O sol começa a partir,
e a noite vem. Lua tão comum,
que me faz lembrar
da noite e dia,
dia e noite.
pé esquerdo, pé direito.
Julieta minha doce fantasia.
Que alimentar me faz.
de algum tempo atrás.
Só queria que tudo voltasse
como queria. Tudo deveria ser como antes.
Sou pó, e ao pó voltarei,
pois sou a memória dos elefantes
que estão ficando cansados
E que, um por um vão solucionar
o que eu senti por você?
Se nem os maiores sábios
E velhos elefantes me disserem,
meus dotados pensamentos
se resumirão em seus lábios.
# Caminhos.
Posso ter sido,
A dizima periódica imperfeita.
Um cálculo mal-feito
que arrancaste a carne da seita.
Por isso me prejudico,
Posso ver que estou perdido!
Procuro seus passos no chão.
Vou saber onde tens ido.
Nesse auto-flagelo prossigo,
na calma de um silêncio.
Esperando o tempo resolver,
a solidão que presencio.
A dizima periódica imperfeita.
Um cálculo mal-feito
que arrancaste a carne da seita.
Por isso me prejudico,
Posso ver que estou perdido!
Procuro seus passos no chão.
Vou saber onde tens ido.
Nesse auto-flagelo prossigo,
na calma de um silêncio.
Esperando o tempo resolver,
a solidão que presencio.
# Amar Verdadeiramente.
Amar verdadeiramente
não é só amar com o coração,
é amar por dentro e fora.
Com livre arbítrio e desolação.
Amar é celestial,
Amo mãos, amo pés,
ossos e as carnes,
como textos e seus rodapés.
Amar é o ênfase, o climax,
da história que não termina.
Amar não é só o reconhecer.
É tudo, é o prazer de viver que ilumina.
não é só amar com o coração,
é amar por dentro e fora.
Com livre arbítrio e desolação.
Amar é celestial,
Amo mãos, amo pés,
ossos e as carnes,
como textos e seus rodapés.
Amar é o ênfase, o climax,
da história que não termina.
Amar não é só o reconhecer.
É tudo, é o prazer de viver que ilumina.
# Respeitável Público.
Venham ver o jamais visto!
tal vulnerabilidade através dela
que ele sente.
na verdade, quem és ela?
A mão que fostes,
Sua amiga; amada,
que em seu peito dor postes
e que hoje não é nada,
Aquilo que achases que fosse,
alegria e não tristeza,
faca que arranca da pele com foice
na pele que já viu o que é beleza.
Não acostumas ao mal
A dor é bela como rosas,
abriga do frio e de pedras,
afinal
a dor é tudo. Até inventa prosas.
tal vulnerabilidade através dela
que ele sente.
na verdade, quem és ela?
A mão que fostes,
Sua amiga; amada,
que em seu peito dor postes
e que hoje não é nada,
Aquilo que achases que fosse,
alegria e não tristeza,
faca que arranca da pele com foice
na pele que já viu o que é beleza.
Não acostumas ao mal
A dor é bela como rosas,
abriga do frio e de pedras,
afinal
a dor é tudo. Até inventa prosas.
# Poder.
Parei pra pensar,
Porque pedaços,
parecem podres,
pedras paradas.
Pessoas pobres
pedindo paz.
Portas pintadas,
plantas petrificadas.
pássaros,
pinguins
patos,
peixes.
Parei pra pensar,
porque paixão?
porque...
Perder?
Porque parar,
possuo pouco poder?
Porque pedaços,
parecem podres,
pedras paradas.
Pessoas pobres
pedindo paz.
Portas pintadas,
plantas petrificadas.
pássaros,
pinguins
patos,
peixes.
Parei pra pensar,
porque paixão?
porque...
Perder?
Porque parar,
possuo pouco poder?
# Outro Alguém
Você vem
você quem?
Ao peito meu
e mais além.
Desaprovada
por ninguém
e eu
por querer-te
muito bem
não sei
o que fazer.
Porém
cansei de
sofrer também.
Mesmo não
sabendo
ser de
outro alguém.
você quem?
Ao peito meu
e mais além.
Desaprovada
por ninguém
e eu
por querer-te
muito bem
não sei
o que fazer.
Porém
cansei de
sofrer também.
Mesmo não
sabendo
ser de
outro alguém.
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