Minha vida não passa de uma sinopse mal escrita,
onde se entendem são poucas pessoas,
e as que fingem entender, não assistem a todo filme.
Ser o que sou é difícil, sou algo que domina só meu ser,
e sim, não sei fingir. Sou fruto da verdade.
E já que não minto, os lábios que diziam ser meus,
já não são mais.
Hoje sinto que tudo foi em vão,
meu reservatório de lágrimas se esgotou,
infelizmente tudo o que tenho sentido,
é o que está se voltando contra mim.
E se tenho orado pelas suas melhoras,
é o mínimo que posso te dar.
Já que não estás aqui ao meu lado.
Sempre quando olho no espelho,
posso relembrar das nossas fotos.
De quando estava sentado no seu colo,
de quando estava deitada naquele velho ônibus.
No meu braço. Na minha perna. Em mim.
# Pra todo herói existe uma heroína.
Hoje o dia acordou ensolarado,
quase não era possível ver as nuvens ao céu,
mas simplesmente, fiquei sentado na grama.
Num ato de cansaço deitei,
senti a geada a molhar meu cabelo.
Mas na verdade, não era isso que queria,
queria poder deitar no mar sem afundar,
ver o lençol freático me devastando.
E não vou negar, algumas coisas ainda me dão medo,
a longitude e a gravidade da saudade.
Mas meu sonho sempre opta em aparecer
e se nega a ir embora.
Se fosse só meu sonho,
Deus meu que negasse ir embora
Tranqüilidade? Carinho?
Respeito? Paixão?
Saberia que nada disso seria em vão.
quase não era possível ver as nuvens ao céu,
mas simplesmente, fiquei sentado na grama.
Num ato de cansaço deitei,
senti a geada a molhar meu cabelo.
Mas na verdade, não era isso que queria,
queria poder deitar no mar sem afundar,
ver o lençol freático me devastando.
E não vou negar, algumas coisas ainda me dão medo,
a longitude e a gravidade da saudade.
Mas meu sonho sempre opta em aparecer
e se nega a ir embora.
Se fosse só meu sonho,
Deus meu que negasse ir embora
Tranqüilidade? Carinho?
Respeito? Paixão?
Saberia que nada disso seria em vão.
# Minha mãe
Venho sido isso,
durante alguns meses.
Não que eu não goste,
mas sei que alguém ainda me espera.
Onde estarás tu? Minha mãe.
Espero que não se entregue para a cocaína.
Sei que fui o retrato de uma ambição,
mas meu retrato já está desgastado,
disso tenho certeza.
Só queria dizer que você ainda está em mim,
mesmo distante.
E gostaria apenas de lhe pedir desculpas,
por todos meus erros.
E que nossa árvore genealógica continue viva.
durante alguns meses.
Não que eu não goste,
mas sei que alguém ainda me espera.
Onde estarás tu? Minha mãe.
Espero que não se entregue para a cocaína.
Sei que fui o retrato de uma ambição,
mas meu retrato já está desgastado,
disso tenho certeza.
Só queria dizer que você ainda está em mim,
mesmo distante.
E gostaria apenas de lhe pedir desculpas,
por todos meus erros.
E que nossa árvore genealógica continue viva.
# Casa
Sinto que hoje o dia vai se tornar o ontem,
graças a tudo de mais perfeito que tento fazer.
Mas segundo o meu desejo,
às vezes prefiro que ele não exista.
Sei também que odeio chorar,
por alguns ventos que já balançaram meus cabelos compridos,
mas sei que o importante é voltar para casa.
Poder abraçar minha mãe,
dizer que estou ali mais uma vez para lhe agradecer.
Pois não são a todos que nascem,
que se concedem uma vida.
# Gelo
Olhe! O rio que varre,
as geleiras da Antártica.
Aquele frio que sofremos custa apenas,
o frio que já causamos.
Nas paisagens escondidas,
sinto que sou uma temporária,
não sou de areia e sal,
nem de água e gelo.
No sol que deveria me esquentar,
sinto que sou a miragem,
no meio do deserto que se impõe;
fortaleza de grãos de poeira do desejo,
no meu corpo que se decompõe.
Nada custa o meu dinheiro.
Nada sabe o que sou.
E se me perguntarem,
não sei onde estou.
as geleiras da Antártica.
Aquele frio que sofremos custa apenas,
o frio que já causamos.
Nas paisagens escondidas,
sinto que sou uma temporária,
não sou de areia e sal,
nem de água e gelo.
No sol que deveria me esquentar,
sinto que sou a miragem,
no meio do deserto que se impõe;
fortaleza de grãos de poeira do desejo,
no meu corpo que se decompõe.
Nada custa o meu dinheiro.
Nada sabe o que sou.
E se me perguntarem,
não sei onde estou.
# Socorro
Sei, sou só, sempre soube sinceramente.
Se sorrio serei salvo,
se salvarei sinto saber.
Somente sei,
Sim, sou solitário.
Sem sentimento.
Sem sina.
Suarei sem sequer saber.
Se seu sol sabe ser,
simplesmente sol,
sem ser sereno.
Serenidade, sinceridade, solenidade.
Sofro sempre sozinho.
Sistemático soberano.
Soluçado.
Se sorrio serei salvo,
se salvarei sinto saber.
Somente sei,
Sim, sou solitário.
Sem sentimento.
Sem sina.
Suarei sem sequer saber.
Se seu sol sabe ser,
simplesmente sol,
sem ser sereno.
Serenidade, sinceridade, solenidade.
Sofro sempre sozinho.
Sistemático soberano.
Soluçado.
# Quem possui asa.
Onde está você agora,
que deveria estar tanto ao meu lado.
Que para a maldição com as mãos,
e carrega a energia positiva mesmo depois de enterrado.
Onde está a luz florescente,
que poderia me abrigar das sombras.
Deste frio incandescente de gelar vértebras,
onde nem sol quente dura por muitas horas.
E neste frio de medo,
busco num riacho o caminho de casa.
Será que seguindo-o até o final,
posso ter total liberdade, como alguém que possui asa?
que deveria estar tanto ao meu lado.
Que para a maldição com as mãos,
e carrega a energia positiva mesmo depois de enterrado.
Onde está a luz florescente,
que poderia me abrigar das sombras.
Deste frio incandescente de gelar vértebras,
onde nem sol quente dura por muitas horas.
E neste frio de medo,
busco num riacho o caminho de casa.
Será que seguindo-o até o final,
posso ter total liberdade, como alguém que possui asa?
# Medo do escuro (5ª Parte)
Uma peça com o formato de um cavalo, uma coisa muito trabalhosa estava pronta, sem ao menos Ralf saber como teria feito. Embora aquilo fosse muito bom, tudo pareceu uma grande suspeita, algo tão sobrenatural acontecer. Mas Ralf estava parcialmente aliviado, até que Emy fala que este havia sido um presente de Daniel. Ralf com medo, o aceitou com rancor de não saber exatamente quem Daniel era.
O tempo foi passando, Ralf ficava mais ansioso em saber quem era Daniel. Na sua cabeça, apenas uma coisa era formada, a imagem do seu filho ao nascer, crescendo ao seu lado, e toda a vida dele, como o único filho homem. Mas não, Daniel era muito mais do que aquilo, era uma criatura incontrolável que Ralf não sabia como pará-lo. Quando Emy diz que tudo vai passar, papai Ralf desconfia que Emy estava com complô com Daniel e acaba achando que quem criava Daniel era ela mesma, mesmo ele não existindo. Sendo assim, Emily Bakker, a autora de todos os mistérios causados em torno de Ralf. Então, a próxima da família que seria uma artista. Tudo parecia tão confuso, as paredes caiam em seu redor. O rapaz que não estava bem destilado para enxergar a verdade.
Cai a noite, e todos começam a se reunir na sala de estar para comemorar o aniversário de Sophie, que completara seus 7 anos. Era dia 08 de agosto de 1980, num tempo onde todos podiam seguir o que queriam, com suas próprias crenças. Onde as drogas começaram a surgir de forma invulnerável. Neste dia, Ralf por lembrar de que todos os aniversários de Emy Rosie estava presente, se pôs a beber sem parar. Rachael, não aceitando aquilo, decidiu então abandoná-lo. Sophie e Emily foram as que mais sofreram com a separação, separadas novamente por conta do destino, Emily órfã de mãe, e Sophie, órfã de pai. Ralf chegava tarde da noite em casa, e a maior parte do tempo, mesmo que Emy e Sophie estivessem separadas, elas se encontravam pra brincar e passar a tarde com Rachael. Era o mínimo que ela poderia fazer.
Em uma de suas alucinações, Ralf viu Daniel chegando cada vez mais perto dele, mas com a cabeça muito abaixada, deixando a mostra apenas seu cabelo, e a cada passo de Daniel, Ralf suava cada vez mais. Até que com um vulto, Daniel levanta devagar sua cabeça, e mostra a Ralf sua verdadeira face. Uma coisa que assustou muito Ralf.
Quando ele vê que ele era quem ele menos temia, ele levanta assustado, corre para o banheiro, para lavar o rosto. Pouco a pouco a alucinação foi sumindo, e Ralf decidi ligar para conversar com Rachael, mas Rachael estava com sono e preferiu não atender o telefone.
Ao amanhecer, Rachael com a vista bagunçada por causa do sono, se oferece já que as meninas estavam dormindo a ligar para Ralf. Na ligação, Ralf estava com uma voz bem cansada, quase não aguentara falar, depois que passou a noite em claro pensando no acontecimento, dizia:
- Rachael é você? Ralf era bem repetitivo.
- Sim sou eu querido. Eu te perdoou. Eu te amo Ralf.
- Tenho uma coisa para lhe contar, alguma coisa estranha está acontecendo com Emy.
- Que coisa estranha está acontecendo? Emy parece perfeita. Ela está dormindo agora.
- Ela está... Não está... Ela parece...
- Diga logo Ralf Bakker! Exclamou Rachael com um leve toque de irritação.
- Acho que o espírito de Daniel está dentro de Emy, e por isso que apenas ela o vê.
Logo em seguida, Rachael diz não acreditar nas palavras de Ralf, então sem muita importância, desliga o aparelho e caminha até o quarto para ver como as garotas estavam e vê que Emy já estava de pé ao lado da cama de Sophie. Rachael tomou um susto com Emy pois ela estava esperando Sophie acordar para mostrar o machucado que fez durante a noite. Um arranhão no braço.
Quando Rachael vê seu braço ensagüentado, não pensa duas vezes antes de levá-la ao médico. Em seu diagnóstico, Emily Bakker é chamada junto a sua "mãe" (assim foi chamada Rachael pelo médico), e enquanto elas entravam pela porta a dentro, algo na cabeça de Rachael fez pensar que Ralf estava certo, havia uma marca no antebraço de Emy, mas Rachael não reconhecia a marca. O doutor falou que não era nada de grave, mas aproveitou para fazer um curativo. Embora o curativo fosse pequeno, o dr. Algust reconheceu que aquilo era uma marca de nascença, mas não de Emily, e sim de outra pessoa. Uma outra pessoa que ele sabia exatamente quem era, quando o socorreu do penhasco. Então, Algust pega em suas mãos um pedaço pequeno de papel, e escreve a seguinte mensagem.
Olá Ralf. Atenciosamente peço que leia.
Ralf, eu sei que você precisa mais do que eu saber a verdade, mas não sei onde estás agora. Por isso mandarei está mensagem através de sua amiga Rachael, mas preste bem atenção no que vou te contar. Quando o carro de Rosie caiu do penhasco, eu reparei que uma luz caiu sobre o rosto de sua ex-mulher, e logo em seguida seu coração parou de bater.
Acho que o curativo será pouco para esconder a marca, mas no braço de Emily Bakker há uma marca de nascença que, quando vimos o feto de Daniel, já estava formado no antebraço dele. Uma marca pequena, mas é exatamente a mesma que ele guardava em baixo do seu pequeno macacão. Acho que há alguma relação com Daniel e Emy através desta marca.
Gostaria de falar pessoalmente com você, e marcar uma consulta própria para falarmos desse assunto. Anote e me ligue 775 - 1998.
Logo então, Rachael por estar preocupada com o assunto, quando chega em sua residência, vê o telefone e não pensa duas vezes antes de avisar Ralf sobre o machucado em Emy. E sobre o recado que o doutor Algust havia mandado. E dentro de alguns instantes, Ralf já chega para receber o recado.
Despreocupado com o machucado dizendo que não havia sido nada de grave, ele espera alguns minutos para conversar com Emy. À sós.
Rachael e Sophie ficam na cozinha, e como a casa delas era muito pequena, a maior parte da conversa era escutada sem intenção. Na conversa Ralf estava pedindo perdão pelo que fez, e não queria que fosse daquele modo. Que queria que ela entendesse pois já era uma moça, e que não era mais tão criança assim. Depois do perdão de sua filha, Ralf se levantou do chão e foi até a cozinha onde estavam as outras duas. Ele percebe que há um papel sobre a mesa da cozinha e que havia escrito que era para ele. Ele perguntara de quem era aquele pedaço de papel, e Rachael diz que era de Algust, o doutor que havia atendido Emily. Ele então o abre e tê a notícia. Deixa o papel cair ao chão da cozinha, possibilitando de Rachael poder ler, então ela também tem a notícia. Enfim acreditara em Ralf após aquela prova. Ele pega o telefone e retorna a ligação. Conversa alguns minutos, e então cai em si, falando que aquilo era não era coisa de Deus. A menina também com posse do papel, vê seu segredo revelado pelo médico. Ela começa a escutar algumas vozes, e vê que parecia Daniel, na sombra da cortina da cozinha. Esperando ela se libertar.
" O mais pequeno virá a ser mil, e mínimo uma nação forte; eu, o Senhor, apressarei isso a seu tempo " Isaías 60:21
O tempo foi passando, Ralf ficava mais ansioso em saber quem era Daniel. Na sua cabeça, apenas uma coisa era formada, a imagem do seu filho ao nascer, crescendo ao seu lado, e toda a vida dele, como o único filho homem. Mas não, Daniel era muito mais do que aquilo, era uma criatura incontrolável que Ralf não sabia como pará-lo. Quando Emy diz que tudo vai passar, papai Ralf desconfia que Emy estava com complô com Daniel e acaba achando que quem criava Daniel era ela mesma, mesmo ele não existindo. Sendo assim, Emily Bakker, a autora de todos os mistérios causados em torno de Ralf. Então, a próxima da família que seria uma artista. Tudo parecia tão confuso, as paredes caiam em seu redor. O rapaz que não estava bem destilado para enxergar a verdade.
Cai a noite, e todos começam a se reunir na sala de estar para comemorar o aniversário de Sophie, que completara seus 7 anos. Era dia 08 de agosto de 1980, num tempo onde todos podiam seguir o que queriam, com suas próprias crenças. Onde as drogas começaram a surgir de forma invulnerável. Neste dia, Ralf por lembrar de que todos os aniversários de Emy Rosie estava presente, se pôs a beber sem parar. Rachael, não aceitando aquilo, decidiu então abandoná-lo. Sophie e Emily foram as que mais sofreram com a separação, separadas novamente por conta do destino, Emily órfã de mãe, e Sophie, órfã de pai. Ralf chegava tarde da noite em casa, e a maior parte do tempo, mesmo que Emy e Sophie estivessem separadas, elas se encontravam pra brincar e passar a tarde com Rachael. Era o mínimo que ela poderia fazer.
Em uma de suas alucinações, Ralf viu Daniel chegando cada vez mais perto dele, mas com a cabeça muito abaixada, deixando a mostra apenas seu cabelo, e a cada passo de Daniel, Ralf suava cada vez mais. Até que com um vulto, Daniel levanta devagar sua cabeça, e mostra a Ralf sua verdadeira face. Uma coisa que assustou muito Ralf.
Quando ele vê que ele era quem ele menos temia, ele levanta assustado, corre para o banheiro, para lavar o rosto. Pouco a pouco a alucinação foi sumindo, e Ralf decidi ligar para conversar com Rachael, mas Rachael estava com sono e preferiu não atender o telefone.
Ao amanhecer, Rachael com a vista bagunçada por causa do sono, se oferece já que as meninas estavam dormindo a ligar para Ralf. Na ligação, Ralf estava com uma voz bem cansada, quase não aguentara falar, depois que passou a noite em claro pensando no acontecimento, dizia:
- Rachael é você? Ralf era bem repetitivo.
- Sim sou eu querido. Eu te perdoou. Eu te amo Ralf.
- Tenho uma coisa para lhe contar, alguma coisa estranha está acontecendo com Emy.
- Que coisa estranha está acontecendo? Emy parece perfeita. Ela está dormindo agora.
- Ela está... Não está... Ela parece...
- Diga logo Ralf Bakker! Exclamou Rachael com um leve toque de irritação.
- Acho que o espírito de Daniel está dentro de Emy, e por isso que apenas ela o vê.
Logo em seguida, Rachael diz não acreditar nas palavras de Ralf, então sem muita importância, desliga o aparelho e caminha até o quarto para ver como as garotas estavam e vê que Emy já estava de pé ao lado da cama de Sophie. Rachael tomou um susto com Emy pois ela estava esperando Sophie acordar para mostrar o machucado que fez durante a noite. Um arranhão no braço.
Quando Rachael vê seu braço ensagüentado, não pensa duas vezes antes de levá-la ao médico. Em seu diagnóstico, Emily Bakker é chamada junto a sua "mãe" (assim foi chamada Rachael pelo médico), e enquanto elas entravam pela porta a dentro, algo na cabeça de Rachael fez pensar que Ralf estava certo, havia uma marca no antebraço de Emy, mas Rachael não reconhecia a marca. O doutor falou que não era nada de grave, mas aproveitou para fazer um curativo. Embora o curativo fosse pequeno, o dr. Algust reconheceu que aquilo era uma marca de nascença, mas não de Emily, e sim de outra pessoa. Uma outra pessoa que ele sabia exatamente quem era, quando o socorreu do penhasco. Então, Algust pega em suas mãos um pedaço pequeno de papel, e escreve a seguinte mensagem.
Olá Ralf. Atenciosamente peço que leia.
Ralf, eu sei que você precisa mais do que eu saber a verdade, mas não sei onde estás agora. Por isso mandarei está mensagem através de sua amiga Rachael, mas preste bem atenção no que vou te contar. Quando o carro de Rosie caiu do penhasco, eu reparei que uma luz caiu sobre o rosto de sua ex-mulher, e logo em seguida seu coração parou de bater.
Acho que o curativo será pouco para esconder a marca, mas no braço de Emily Bakker há uma marca de nascença que, quando vimos o feto de Daniel, já estava formado no antebraço dele. Uma marca pequena, mas é exatamente a mesma que ele guardava em baixo do seu pequeno macacão. Acho que há alguma relação com Daniel e Emy através desta marca.
Gostaria de falar pessoalmente com você, e marcar uma consulta própria para falarmos desse assunto. Anote e me ligue 775 - 1998.
Logo então, Rachael por estar preocupada com o assunto, quando chega em sua residência, vê o telefone e não pensa duas vezes antes de avisar Ralf sobre o machucado em Emy. E sobre o recado que o doutor Algust havia mandado. E dentro de alguns instantes, Ralf já chega para receber o recado.
Despreocupado com o machucado dizendo que não havia sido nada de grave, ele espera alguns minutos para conversar com Emy. À sós.
Rachael e Sophie ficam na cozinha, e como a casa delas era muito pequena, a maior parte da conversa era escutada sem intenção. Na conversa Ralf estava pedindo perdão pelo que fez, e não queria que fosse daquele modo. Que queria que ela entendesse pois já era uma moça, e que não era mais tão criança assim. Depois do perdão de sua filha, Ralf se levantou do chão e foi até a cozinha onde estavam as outras duas. Ele percebe que há um papel sobre a mesa da cozinha e que havia escrito que era para ele. Ele perguntara de quem era aquele pedaço de papel, e Rachael diz que era de Algust, o doutor que havia atendido Emily. Ele então o abre e tê a notícia. Deixa o papel cair ao chão da cozinha, possibilitando de Rachael poder ler, então ela também tem a notícia. Enfim acreditara em Ralf após aquela prova. Ele pega o telefone e retorna a ligação. Conversa alguns minutos, e então cai em si, falando que aquilo era não era coisa de Deus. A menina também com posse do papel, vê seu segredo revelado pelo médico. Ela começa a escutar algumas vozes, e vê que parecia Daniel, na sombra da cortina da cozinha. Esperando ela se libertar.
" O mais pequeno virá a ser mil, e mínimo uma nação forte; eu, o Senhor, apressarei isso a seu tempo " Isaías 60:21
# Doenças.
Tenho me tornado
a personificação da alegria,
num rosto que tem a magia da tristeza.
Por anos e anos, venho sido o mesmo,
mas sinto vontade de mudar,
pois a rotina do tédio vem me agredindo.
Minha vida, tudo não passa de alguns anos
sem importância.
Entre as cores do passado,
e as ruínas do futuro.
A fonte da vida é meu eufemismo,
e por isso tento suavizar meus problemas.
E meus tumores.
a personificação da alegria,
num rosto que tem a magia da tristeza.
Por anos e anos, venho sido o mesmo,
mas sinto vontade de mudar,
pois a rotina do tédio vem me agredindo.
Minha vida, tudo não passa de alguns anos
sem importância.
Entre as cores do passado,
e as ruínas do futuro.
A fonte da vida é meu eufemismo,
e por isso tento suavizar meus problemas.
E meus tumores.
# Enfim
Sei que não houve nada de novo,
mesmo que tudo já esteja na hora de ser trocado
uma ordem que há na minha vida, impossível de ser alterada.
Impossível também de ser tocada,
é a minha pele, ardente e doentia.
Meus pés que não sabem mais caminhar,
minhas mãos que não sabem mais te tocar,
e um sorriso que não sabe mais para quem sorrir.
Não há surpresas, não há festas dentro de mim,
tenho perdido dois dias a menos todas as vezes que deixo de sorrir,
tenho perdido oxigênio sempre que respiro.
Do que adiantaria ter o que sempre quis,
se nunca vou ter?
mesmo que tudo já esteja na hora de ser trocado
uma ordem que há na minha vida, impossível de ser alterada.
Impossível também de ser tocada,
é a minha pele, ardente e doentia.
Meus pés que não sabem mais caminhar,
minhas mãos que não sabem mais te tocar,
e um sorriso que não sabe mais para quem sorrir.
Não há surpresas, não há festas dentro de mim,
tenho perdido dois dias a menos todas as vezes que deixo de sorrir,
tenho perdido oxigênio sempre que respiro.
Do que adiantaria ter o que sempre quis,
se nunca vou ter?
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