Queria cantar como se pássaro fosse
E esquecer dos meus problemas
Será que somente no céu
Eu estarei em paz?
Vou reaprender a gostar
Das intrigas que me prendem
E se tenho que me vestir
Coloco primeiro a minha cabeça no lugar
Depois penso em voltar para casa.
Porque pensar na ditadura que me prende
Faz-me mal, e não quero ser consumido.
Arruma-te logo! Criado.
Recolha a roupa, não grite faça e pronto.
Experiência de laboratório
Minha mãe faz me farto de tudo.
E obedecer a ela é só mais uma opção.
No qual tento escapar, mas a solidão de meu pai,
Não me deixa direito pensar.
Já estou de saída! Pra onde vou;
Ou pra onde eu terei que ir
Só meus pés dirão.
É como um futuro imediato que me espera
De mala e cunha pra caminhar livre
Pois está acontecendo
Minha evolução.
