Hoje olhei o céu,
E percebi que ele não é nada.
Enquanto encarava junto com ele o sol,
Senti em meus lábios uma lagrima salgada.
Não entendi porque ela estava caindo,
E após alguns instantes outras vieram à tona,
Olhei no retrovisor de meu carro o meu egoísmo,
Numa sangria eterna reparei-o atuando a toa.
Embora cuidasse das pessoas ao meu redor,
Olhei novamente para o retrovisor,
Vi meu rosto sentindo falta de mim,
E por outra pessoa, poderia esquecer tua dor.
No amanhecer da minha vida,
Vi um resplendor de felicidade.
São longos sonhos concomitantes,
Que me deslumbram a realidade.
- Estou vulnerável a você.
...
