Ontem estava acordando,
mas não conseguia te escutar.
Talvez houvesse alguma coisa,
me impedindo de querer.
Buscando com o tempo, entender,
preenchi as lacunas da minha vida.
Muita materialização imposta errada,
mas com tempo para ser corrigida.
Embora meu espelho estivesse embaçado,
e meu umbigo estivesse sujo:
- Aprendi a cuspir para baixo.
Ah! Como é bom sobreviver.
E como uma coisa cíclica,
renasço das cinzas de uma fênix,
não nasço, e não morro.
Sou apenas um ser.
E sou a dor do solo não fértil,
que não faz nascer,
as flores que choram: - Personificação!
O que vou ser quando crescer?
Compaixão?