# Sopro do vento.

A noite é sempre tão tenebrosa,
a névoa que chega devagar,
o céu vestido de azul marinho.
A minha intuição vem a vagar,
rapidamente atrás de mim,
é assim que começo a correr,
procurando me esconder.
Talvez desisto. Sim!
Afinal é isso que queres,
é o lado fraco da carne.

Sinto muito
em dizer meus pêsames,
é o que queremos.
Há sempre caminhos sem ênfase?
E meu gênero maníaco,
que mostra apenas a incompatibilidade,
do meu signo do zodíaco,
tem iluminado meu caminho,
pra não seguir ao redor de pessoas,
mas mesmo assim sozinho.
Isso tudo é a saudade de risadas boas,
e de tudo aquilo que deixamos para trás.
Sei o que é sentir a dor persuadindo sobre minhas pálpebras.