Comumente penso em prender você à mim.
Penso nas metáforas que devo usar
Só para atingir-te em segredo
Então suponho que sejas
Meu café amargo que acorda-me à vida
Num comum desejo de vencer.
Enriqueço-me deliciosamente
Com tua larga alegria
Que transborda em teu rosto
Me fazendo algoz de sua personificação ideológica
De ser um pedaço de metal
E tu um imã com pólos tão potentes
Quanto teus olhos
Um viajante se quer
E sem querer
Que sobrevive indiretamente às tuas custas
Que vive às tuas ruas
Aos teus ladrilhos
Que procura em teu lugarejo
Um abraço
Que acalma as tempestades em teu rosto
Comumente em copos d'água
Tu és também
A fonte
A energia
A vontade e desejo
Sem você só há receio
Em você há tudo que almejo
Se existir escuridão
Também encontro um meio
- Sair de ti, não penso!
Tu és rivotril que me tira da loucura
Uma vaga memória permanente de doçura
Tu és solução
Tu és cura