Venham ver o jamais visto!
tal vulnerabilidade através dela
que ele sente.
na verdade, quem és ela?
A mão que fostes,
Sua amiga; amada,
que em seu peito dor postes
e que hoje não é nada,
Aquilo que achases que fosse,
alegria e não tristeza,
faca que arranca da pele com foice
na pele que já viu o que é beleza.
Não acostumas ao mal
A dor é bela como rosas,
abriga do frio e de pedras,
afinal
a dor é tudo. Até inventa prosas.