Onde está você agora,
que deveria estar tanto ao meu lado.
Que para a maldição com as mãos,
e carrega a energia positiva mesmo depois de enterrado.
Onde está a luz florescente,
que poderia me abrigar das sombras.
Deste frio incandescente de gelar vértebras,
onde nem sol quente dura por muitas horas.
E neste frio de medo,
busco num riacho o caminho de casa.
Será que seguindo-o até o final,
posso ter total liberdade, como alguém que possui asa?