Senti meu peito caindo aos pedaços,
ruínas de um passado destroçando-me,
já não sei o que fazer, não sou nada.
O único som que escuto é o entrelaço,
de todo vento que passa rápido diante mim,
enquanto ouço também o barulho dos carros,
e a corda enrolada no meu pescoço a se embaraçar.
Minha pele se pôs a chorar com meu suor,
e a agonizante lágrima escorre entre um olho e outro.
Já com a cabeça fora do lugar; decepado pelo destino,
não consigo soletrar meu nome.
Bastava apenas Ó-D-I-O.