pude ver que meus talentos
eram muito maiores do que imaginava.
Então me ajoelhei e agradeci ao meu Senhor.
Pude beber de seu sangue; minha obsessão,
pude comer do seu pão; minha salvação.
Só não consegui tocá-lo,
talvez a arrogância de minha pele o fizesse chorar,
mas bastava apenas olhar profundamente para seus olhos,
para se alimentar de algo mais sagrado ou divino.
Sua vontade.
E se por ventura esse for teu desejo Senhor,
poderei ajoelhar novamente, e cantar uma canção de perdão,
pois não fiz jus ao nome de santo que o Senhor me concebeu.